A conferência reuniu mais de 700 participantes em Curitiba e destacou a importância da educação, da participação social e das Unidades de Conservação para o futuro do país
Entre os dias 7 e 9 de junho, Curitiba recebeu a primeira edição da Conferência Nacional de Unidades de Conservação para Biodiversidade (UCBIO), evento que reuniu especialistas, pesquisadores, gestores públicos, representantes da sociedade civil, empresas e instituições comprometidas com a proteção da natureza. O Instituto Destino Brasil esteve presente acompanhando as discussões e compartilhando experiências desenvolvidas em seus projetos voltados à sustentabilidade, ao habitat e à educação.
Ao longo dos três dias de programação, temas como educação ambiental, comunicação e conservação da biodiversidade estiveram entre os assuntos mais debatidos. A presença no evento permitiu ao Instituto apresentar iniciativas desenvolvidas em diferentes territórios do Paraná e do Brasil.
Para o presidente do Instituto Destino Brasil, Ademar Batista Pereira, um dos principais aprendizados da conferência foi a necessidade de aproximar as pautas ambientais da população. “A conservação da biodiversidade depende do envolvimento das pessoas. Quando falamos sobre proteger ecossistemas, estamos falando também sobre educação, pertencimento e responsabilidade coletiva”, afirma.
Biodiversidade exige ações concretas e participação social
Para o Instituto Destino Brasil, a conservação da biodiversidade passa por desafios que vão além da proteção das áreas naturais. Temas como o tratamento adequado de esgoto, a gestão correta dos resíduos sólidos, a preservação dos rios e a gestão eficiente dos parques e Unidades de Conservação são fatores diretamente ligados à manutenção dos ecossistemas e da qualidade de vida da população.
“A biodiversidade não se conserva apenas criando áreas protegidas. É preciso olhar para toda a cadeia de impactos que afeta os ecossistemas, desde a gestão dos resíduos e do saneamento até o cuidado com os rios e a qualidade ambiental das cidades. Também precisamos ampliar a discussão sobre o papel dos parques e das Unidades de Conservação, que podem conciliar proteção da natureza, educação ambiental, visitação responsável e desenvolvimento local. A participação da sociedade é fundamental nesse processo, porque preservar não significa afastar as pessoas, mas criar condições para que elas se tornem parceiras da conservação”, destaca Ademar.
A participação na UCBIO 2026 reforça o compromisso do Instituto com iniciativas que unem educação, sustentabilidade, conservação ambiental e desenvolvimento social. “Precisamos formar cidadãos capazes de compreender a importância dos recursos naturais e de atuar como agentes de mudança”, acrescenta o presidente.



